• 21 de fevereiro de 2017
  • Mário Freitas
  • Papo de bola
  • 0
  • 50 Visualizações
Compartilhe
RR
Jl Contabilidade
BRAVO
INTERNACIONAL TRAVESSIAS
Viabahia
ALBA
LemosPassos
Nova Rádio
SECOM (Bahia Meu Orgulho)

Há quem diga que a profissão de técnico de clube de futebol é o melhor emprego do mundo, porque, a depender do contrato, mesmo depois de demitido ainda recebe os seus proventos até o fim do contrato. Mas como em toda regra há exceção com os clubes baianos que disputam o Baianão não é diferente.

Em cinco rodadas do atual estadual, cinco técnicos já foram destituídos dos seus cargos, entre demissões e pedidos de desligamento. Isso representa 45, 45% do total de clubes do segundo estadual mais antigo do país.

Nesse cenário de incertezas o técnico do Jacobina, Ricardo Silva, pediu para sair e deixou o Jegue da Chapada. Essa é a segunda vez na temporada – dias antes do início da competição, Paulo Sales já havia aceitado uma proposta do futebol paraibano.

Outro clube que mudou de técnico pensando numa mudança de comportamento na Copa do Nordeste, foi a Juazeirense que demitiu Quintino Barbosa – atualmente no Bahia de Feira – e foi buscar Paulo Sales de volta para o território baiano. O Galícia, que faz um péssimo início de temporada, é outro clube que perde o seu treinador, Sérgio Odilon, não resistiu aos resultados ruins e pediu pra sair.

Até a quarta rodada só os líderes e o Jacuipense, com Clebson Beleza, mantiveram seus treinadores desde o início, inclusive da pré-temporada: o Vitória com Argel Fucks; o Bahia, com Guto Ferreira; o Fluminense de Feira mantém Arnaldo Lira; e o Vitória da Conquista com Eduardo Bahia, campeão da Copa Governador do Estado 2016.

BRAVO
INTERNACIONAL TRAVESSIAS
Viabahia
ALBA
Nova Rádio
SECOM (Bahia Meu Orgulho)
LemosPassos
RR
Jl Contabilidade
Compartilhar:

Deixe sua opinião

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *