Cabral conta como pagou para trazer Olimpíada para o Rio

  • 4 de julho de 2019
  • Mário Freitas
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O ex-governador Sérgio Cabral garantiu que comprou, por 2 milhões, de dólares votos para trazer a Olimpíada ao Rio. Em depoimento nesta quinta-feira (4) ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro, Cabral disse que o ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, indicou o presidente da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), Lamine Diack, como sendo o intermediário do esquema.

O interrogatório começou às 14 horas e 30 minutos e foi um pedido da defesa do ex-governador, que pretende colaborar com as investigações da operação Unfairplay.
Ele afirmou que não sabia qual seria a repercussão de um núcleo europeizado muito forte para a votação . Disse que Carlos Alberto Nuzman falou para ele que o presidente da IAAF, lamine Diack, era uma pessoa que se abre para vantagens indevidas.
Segundo ele, um ex-diretor de operações do Rio 2016 fez contato com Diack e com o filho dele. O grupo teria feito, inicialmente, a seguinte proposta: conseguiria de 5 a 6 votos na votação para trazer a Olimpíada ao Rio em troca de US$ 1,5 milhão – mais tarde, a oferta teria sido de até 9 votos no total, mas por um valor adicional de US$ 500 mil. Foto / Divulgação 

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