• 3 de março de 2017
  • Mário Freitas
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O Comitê Olímpico Internacional (COI) disse que vai apurar com as autoridades francesas as acusações de propina para escolha do Rio de Janeiro como cidade-sede da Olimpíada de 2016. Segundo a Folha, o COI disse que já tem colaborado com o Ministério Público da França na ação que corre contra Lamine Diack, ex-presidente da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) e ex-membro do próprio COI, e filho Papa Massata Diack, consultor de marketing para a IAAF. Ambos são acusados de lavagem de dinheiro e acobertamento de casos positivos de doping, entre outras alegações. O jornal francês Le Monde publicou nesta sexta-feira (3) indícios que o empresário Arthur Cesar de Menezes Soares Filho pagou US$ 1,15 milhão a Papa Diack para manipular o resultado da eleição que escolheu o Rio de Janeiro como cidade-sede da competição. A publicação ainda afirmou que a offshore Yemli Limited, ligada a Frankie Fredericks, ex-velocista da Namíbia e membro do COI, teria recebido R$ 943 mil no dia da escolha da sede. Mark Adams afirmou que o ex-velocista procurou a direção do COI para explicar a situação e enfatizar sua inocência. "O COI confia que o senhor Fredericks apresentará todos os elementos para comprovar sua inocência diante das acusações feitas pelo 'Le Monde'", acrescentou. (As informações das Agências)

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