Dallas Cup: ou pagam 100 dólares ou voltam para o Brasil

  • 7 de julho de 2017
  • Mário Freitas
  • Baú do Marão
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Na década de 90, a divisão de base do Vitória disputou alguns torneios internacionais. Em 1996, foi a Dallas participar do Dallas Cup, com alguns dos mais importantes times do Europa e o São Paulo, do Brasil. O jornalista convidado pelo Vitória, para acompanhar a delegação, foi Edmilson Ferreira, do jornal Atarde. Eu e Renato Lavine fomos pela Rádio Excelsior e Manoel Messias, pela Rádio Sociedade. Na chegada da delegação, como falo inglês bem, em função do meu período de estudos no CCAA, ajudei a equipe de Nilton Mota a passar pelo setor de passaportes e voltei para me encontrar com os companheiros Lavine e Messias, em outro guichê. O funcionário americano examinou os nossos passaportes e disse que, eramos jornalistas, e para entrarmos nos Estados Unidos tínhamos de pagar 100 dólares, uma vez que fomos trabalhar.

Eu disse a eles que iríamos, apenas, fazer boletins por telefone e não transmitiríamos os jogos. O americano insistiu : "vocês só entrarm se pagar 100 dólares, cada um". O cara estava irredutítvel. Eu disse aos dois amigos. Vamos dizer que não temos este dinheiro. E assim eu fiz. De repente, todos os outros membros da delegação já tinham passado, o funcionário se levantou e chamou uma senhora, loira, forte, alta, bem ao estilo americano.

Ela me perguntou o que estava acontecendo. Repetí a estória. Ela veio com o mesmo discurso do colega dela; "Vocês têm de pagar 100 dólares". Eu insistit: "Não temos este valor aqui". Ela, muita fria, me disse: " Está vendo aquele avião alí?". Foi a aeronave da Varig, que nos conduziu até Dallas. " Ou vocês pagam, ou vão voltar hoje para o Brasil, naquele mesmo avião que vocês vieram". Deu as costas e falou alguma coisa com o colega.

Eu, então, ví que não tinha jeito. Disse aos colegas. "Não podemos dizer que temos este dinheiro aqui. Vou simular um empréstimo, com o Nilton Mota, e fora do aeropprto devolvemos para ele". Dito e feito. Pegamos 300 dólares, pagamos, assinamos um documento e conseguimos cobrir a Dallas Cup. Ao sair do aeroporto, cada um devolveu os 100 dólares a Nilton Mota.

Não houve nenhum problema com o Edmilson Ferreira, pois no passaporte dele, constava que ele era jornalista e iria cobrir o evento para o seu orgão de comunicação. Ficou a lição, mas por pouco não faríamos um bate e volta para Dallas, nos Estados Unidos.       Foto: arquivo

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