• 31 de março de 2017
  • Mário Freitas
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O deputado Otavio Leite entrou, nesta sexta-feira, com uma representação no Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ) contra a assembleia administrativa da CBF realizada no último dia 23 de março. O novo estatuto ampliou o peso das federações estaduais de futebol e diminuiu o dos clubes, que não foram convocados para a reunião. 

De acordo com o parlamentar, relator do Profut, lei de responsabilidade fiscal do futebol, por força do artigo 22-A da Lei 9.615/98 (Lei Pelé), obrigatoriamente todos os clubes de futebol das Séries A e B deveriam ter participado desta reunião, mas nenhum foi convocado.

A assembleia, realizada na semana passada, aprovou o novo estatuto da CBF. Na reunião, foi decidida a inclusão de 20 clubes da Série B na eleição presidencial da entidade, aumentando para 40 o número de clubes na votação. 

Apesar da ampliação do número de equipes envolvidas, uma outra medida diminuiu o poder dos clubes em comparação às federações estaduais. Tudo por causa de um artigo que muda o peso dos votos. Na nova regra, o voto de cada clube tem peso 2, enquanto o das 27 das federações possui peso 3. Com  isso os cartolas estaduais terão 81 votos, contra 60 dos clubes. Na última eleição, em 2014, todos os votos tinham peso 1. Portanto, eram 27 para as federações, e 20 para os clubes. 

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