Edu Lima, ao trocar Vitória pelo Bahia sofreu até ameaça de morte

  • 22 de abril de 2020
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Eduardo Lima de Carvalho, o Edu Lima, nasceu no dia 31 de dezembro de 1964, em Belo Horizonte-MG.

Começou a carreira jogando futebol de salão no Cruzeiro, em 1972, e aos 17 anos foi promovido ao grupo de profissionais pelo então técnico Yustrich, e já era considerado dono da posição.

Ele, em 1972, foi levado ao Cruzeiro para fazer um teste, e foi aprovado, com oito anos de idade. E foi aí que tudo começou. Seu primeiro técnico como profissional foi o Didi, “Folha Seca”, e após a sua saída , foi efetivado o Yustrich que foi goleiro na época, e exigia muito dos jogadores.

Edu era atacante pela esquerda, jogou no Cruzeiro, no Vitória, no Bahia, no Internacional, Atlético-MG, Guarani, Flamengo, União São João de Araras, Paulista de Jundiaí, Dalian Xindie, na China, Palmeiras, Paraná Clube e Ceará.
Edu Lima jogou pelo Internacional a partida decisiva do Campeonato Brasileiro de 88, quando o Bahia ganhou o título de bicampeão brasileiro.

A carreira de Edu foi de muitas cobranças e exigências, pois era muito jovem e estava no meio de grandes e experientes jogadores. Inclusive havia alguns que já tinham disputado Copa do Mundo. Porém, isso serviu de muito aprendizado e experiências fantásticas.

Edu teve passagens pelo Bahia e pelo Vitória e diz ser muito grato aos dois clubes, que o receberam e investiram no seu trabalho e o ajudaram a crescer profissionalmente.

Antes de ir para o Internacional, teve a oportunidade de ser campeão estadual pelo Bahia, e aí surgiu a oportunidade de jogar no Internacional, onde ficou por três anos.

No Cruzeiro, ficou dos oito anos de idade, quando foi aprovado, até os vinte. Isso lhe deu um lastro muito grande pra saber como era vestir camisas de grandes clubes. Então foi para o Internacional, numa experiência fantástica.

Cruzeiro e Internacional sempre tiveram uma ligação muito direta com o jogador, porque na década de 70 foram grandes jogos, entre as duas equipes, as quais assistia, como torcedor, no Mineirão, via jogos no Beira Rio, e imaginava jogar um dia vestindo a camisa do Internacional, que sempre foi uma potencia do futebol brasileiro, do futebol mundial, assim como também o Cruzeiro. Foi uma base muito forte, uma base muito sólida que teve, e uma alegria de poder estar vestindo camisas dessas grandes equipes.

Edu também é radialista. E sua carreira no rádio começou quando em uma oportunidade que esteva na Fonte Nova assistindo um jogo, recebeu o convite do repórter Toninho Silva para comentar jogos. Daí pra frente foi feito tudo que deveria ser feito, como estudar, para estar comentando. Falou que foi muito legal a experiência. Já são mais de vinte anos que foi feito o convite e, depois já trabalharam juntos também em outras emissoras, tanto de AM quanto FM. Depois teve a oportunidade de fazer televisão, comentar jogos por algumas TV´s. Mas, por achar que algumas pessoas não gostam muito quando se fala a verdade, às vezes se paga um preço por causa disso. Diz que priorizava comentar a realidade dos fatos, do que estava vendo e não o que era conveniente.

Edu Lima teve duas passagens pelo Bahia. Em 1987 e, depois foi campeão. Na época, existiu um imbróglio do seu passe junto ao Vitória, e acabou indo para o Bahia, mais por uma jogada política de Paulo Maracajá. Ele estava muito bem no Vitória, mas, por um erro administrativo em relação ao seu passe, ficou sabendo, a época por um repórter que cobria a Federação, o Antônio Tillemont. Dai acabou acertando com o Bahia, mas não ficou muito tempo, porque foi uma pressão muito grande, mudou de local três vezes, pois estava sendo até ameaçado de morte por ter trocado o Vitória pelo Bahia. Mas, foi uma situação bem profissional e, depois disso, foi campeão baiano, naquele ano de 87, e ai apareceu a oportunidade de ir para o Internacional. Evaristo era o treinador do Bahia, permitiu tanto a sua chegada quanto a sua saída, porque era um treinador experiente, sabia escutar a vida particular de cada um. Edu estava enfrentando uma dificuldade muito grande, naquele tempo ali, tendo essa oportunidade aconteceu sua ida para o Internacional onde ficou por três anos.

Passou pelo futebol chinês. Mas os costumes eram diferentes. Foi difícil de se adaptar.

Tanto é que depois que voltou, foi jogar no Ceará.

Então foi muito difícil, mas foi assim em termos de vida foi uma ótima experiência. Hoje, é muito diferente, mas, ele se diz feliz por ter tido a experiência de pelo menos ter sido um dos que foram primeiro para abrir portas.

Ele não sabe exatamente quantos gols marcou, apesar de não ter sido um jogador treinado para isso. Mas fez muito mais do que sua posição pedia. Ele era de preparar jogadas para um finalizador.

Com relação a amizade, Edu diz que tem pessoas que considera muito, tem muitos companheiros, mas Abel treinador, o Ademir Maria, que o acompanha não só em relação a carreira, mas jogaram juntos no Inter, no Cruzeiro, no Vitória, Eider, seu parceirinho também, pessoas que o marcaram bastante, que o incentivava e passava bastante suas experiências , então esse são os três principais, sem fazer injustiça tem mais gente, muito mais gente que o ajudou.

Atualmente, Edu Lima está morando em Salvador, estudando muito a palavra do Senhor, orando bastante por uma mudança melhor de vida para todos, pra que Deus continue abençoando à todos, e que possa fazer grandes obras na vida de cada um. Faz um trabalho social com crianças, jovens, adolescentes em cinco comunidades de Salvador, usando a ferramenta tremenda que é o esporte para poder trazer, atrair esses jovens para o conhecimento de Deus, fazer com que eles se sintam incluídos dentro de uma sociedade.

Foto: Divulgação

 

*Colaborou TONINHO MARAVILHA, repórter da Rádio Andaiá FM 97.1. Todas as noites ele apresenta o noticiário do Bahia no Programa Agito Esportivo, das 19h às 21h, com o comando de Ivo Ferraz.*

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