Emo, o fino da bola . Do Redenção para o futebol português

  • 4 de agosto de 2017
  • Mário Freitas
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Final da década de 70, o Redenção, clube do bairro de Brotas e que durante vários anos disputou o Campeonato Baiano da primeira divisão, revelou Emo para o futebol. O time do saudoso Herberto Lopes, o Betinho, costumava aprontar "zebras", contra os grandes clubes, e descobrir jovens talentos. Emo não demorou tempo no Redenção. Em 1981, foi vendido ao Bahia e ficou até 1986. Nesta época, o Santos queria levá-lo, mas o clube pediu alto pelo seu passe e ele acabou indo, por empréstimo, para o América de Rio Preto, do interior de São Paulo. Na volta, foi para o Fluminense de Feira de Santana e em 1987 foi jogar no Portimonese, de Portugal, clube da cidade de Portimão, no Algarves. Quando voltou ao Brasil, foi defender a Catuense, em 1989, e por pouco não conseguiu, junto com os companheiros, colocar o time na primeira divisão do futebol brasileiro. O time de Alagoinhas perdeu para o São José por 1 a 0, em São Paulo, estava devolvendo o placar, no estádio Antônio Carneiro e no final o time de São Paulo chegou ao empate. Emo participou daquela épica goleada de 5 a 0, sobre o Santa Cruiz de Recife, no início dos anos 80. Aposentado, Emo mora em Salvador, é o responsável pela Seleção Baiana de Masters, que faz jogos no interior do estado. e  é candidato à presidência da AGAP (Associação de Garantia dos Atletas Profissionais).

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