Fiscina: um campeão do Torneio de Cannes que virou ídolo no futebol Sergipano

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Diz um velho dito popular que, às vezes, “santo” de casa não faz milagre no futebol. E este caso pode ser muito bem aplicado a Pedro Gomes FISCINA Filho, no Bahia. Revelado pelas divisões de base no início dos anos 70, o menino do bairro de Macaúbas conseguiu se destacar na equipe Sub-18 e foi convocado para a Seleção Brasileira da categoria, tendo se sagrado campeão da edição de 1973 do Torneio de Cannes na França. Ganhou o título, jogando ao lado de craques consagrados como Falcão, o Rei de Roma, Carlos Alberto Pintinho, Cantereli e outros.

Voltando para Salvador, fez questão de entregar uma camisa da Seleção para o radialista França Teixeira, que deu muita  força para ele no inicio da carreira. Fiscina foi emprestado ao Fluminense de Feira, que era dirigido pelo saudoso Alencar, que como jogador, conquistou entre outros títulos o de primeiro campeão da Taça Brasil pelo Bahia.

Depois do empréstimo, voltou ao Bahia, e o técnico era este mesmo Alencar. Para surpresa de Fiscina, ele não estava nos planos para jogar na equipe titular. Na oportunidade, Paulo Maracajá lhe concedeu o passe livre. Pensou até em parar de jogar, mas recebeu várias propostas, porém preferiu aceitar a do futebol sergipano.

E foi aí que a carreira de Fiscina decolou. Conseguiu ser ídolo nos dois maiores times do estado vizinho, o Confiança e o Sergipe, e fixou residência em Aracaju. Formou-se em Economia e hoje, aos 67 anos, é gerente do Sebrae. Pelos serviços prestados ao estado, o ex-jogador recebeu o titulo de Cidadão Sergipano. Foto: Arquivo pessoal de Zé Rolete. Torcedor do Confiança

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