Índio, o artilheiro das quatro flechadas no Bahia

  • 23 de abril de 2020
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No quadro Por Onde Anda de hoje, o destaque é um atacante que marcou época no Vitória, principalmente por conta de um jogo, onde balançou as redes do adversário algumas vezes, em uma partida que até hoje é muito lembrada pelo torcedor do clube.

Ele começou a carreira como jogador profissional no futebol cearense, onde passou pelo Uniclínic, seu primeiro clube (2001), Guarani de Sobral,(2002), Ferroviário, (2003) e Maranguape (2004). Neste mesmo ano chegou na Bahia, contratado pelo Ipitanga, para jogar na lateral-direita. Mas se destacou como atacante no Campeonato Baiano de 2005, levando o time de Lauro de Freitas às semifinais, quando foi eliminado justamente pelo Vitória, que se sagraria tetracampeão estadual naquele ano.

No ano do tetracampeonato baiano, Índio despertou o interesse do Vitória e foi contratado pelo clube por três temporadas.

Pelo seu novo clube entrou em campo 131 vezes e marcou 66 gols, entre os anos de 2005 e 2012. Antonio Rogério Silva Oliveira é o nome completo do jogador.
Índio é cearense de Itatira e que teve a melhor fase da sua vida como jogador profissional de futebol atuando pelo Vitória.

Em 2006, Índio marcou 13 gols no Campeonato Baiano, outros 13 na Série C, e ajudou o clube no acesso à segunda divisão do futebol brasileiro.
No ano seguinte, foi a consagração do jogador vestindo a camisa do Vitória. 2007 foi a melhor temporada da carreira do atacante, quando ele marcou 26 gols em 27 jogos, sendo oito deles apenas em clássicos contra o Bahia. Nessa época, tornou-se o xodó da torcida rubro-negra e o principal jogador da conquista do título estadual de 2007, principalmente por ter se tornado o maior artilheiro da história dos ba-vis em um único jogo, quando, naquele sensacional clássico de 6 a 5, marcou quatro dos seis gols do seu time.

Índio tornou-se também a maior esperança do torcedor do Vitória para disputa da Série B e, consequentemente, o acesso à elite do futebol brasileiro naquele ano. Porém, a performance do atacante na segundona não foi das melhores. Índio sofreu com contusões e a queda de rendimento fez com que ele perdesse a titularidade no time, amargasse a reserva na maior parte da competição e marcasse apenas cinco gols em 25 jogos pela Série B. Mesmo assim, foi o segundo maior artilheiro do Brasil em 2007.

Em 2008, após um começo animador, com seis gols em 10 jogos pelo Campeonato Baiano, Índio foi negociado com o futebol sul-coreano, onde jogou pelo Gyeongnam FC até o final de 2009.
No Gyeongnam, Índio jogou no meio-de-campo e era responsável pelas assistências para gol. Mesmo assim, ainda conseguiu marcar 14 gols nos dois campeonatos sul-coreanos que disputou e tentou ajudar o clube a brigar por vaga no torneio asiático, mas sem sucesso.

Ao final do empréstimo com Gyeongnam, em dezembro de 2009, Índio voltou ao Vitória e chegou a jogar quatro partidas e marcar um gol, mas o clube recebeu uma proposta do Chunnam Dragons, também da Coreia do Sul, para um novo contrato por empréstimo.
Índio e o Vitória entraram em acordo e o atacante foi emprestado ao clube sul-coreano e o seu contrato foi estendido com por mais dois anos.

Em 2010, índio foi o artilheiro do Chunnam Dragonn no certame sul-coreano.
Em 2011, o Chunnan Dragons continuou a fazer campanhas medianas e para piorar a situação, Índio conviveu com contusões constantes que o tiraram de diversas partidas no ano. Foram apenas dois gols em 18 jogos.
No início de 2012, Índio voltou de mais um empréstimo ao futebol sul-coreano e permaneceu no Vitória durante o primeiro semestre, sendo pouco aproveitado por Toninho Cerezo.

Em maio de 2012, após mais uma conversa com a diretoria do Vitória, Índio disse que não jogaria mais pelo clube e cobrou da diretoria valores referentes a FGTS, 13º salário e férias, relativos aos quatro anos em que jogou na Coreia do Sul. Foi então que o jogador entrou com uma ação trabalhista contra o Vitória e a sua atitude gerou um desconforto interno no clube que resolveu afastá-lo do grupo principal.

Em julho, Índio foi emprestado ao América de Natal, para jogar a Série B do Campeonato Brasileiro. Contudo, no clube potiguar, Índio voltou a sofre com as lesões e quase não jogou, disputando apenas três partidas pela segundona.

Após apenas dois meses no América-RN, foi para o Paysandu e chegou a ser anunciado pelo clube paraense. Porém, a transferência não foi possível, pois, naquele ano, Índio já teria disputado duas partidas pelo Vitória e três pelo América-RN, e o regulamento da FIFA proibia que um mesmo jogador atuasse por três times diferentes no mesmo ano. Ele voltou a Salvador e se reapresentou ao Vitória, , mas ele não foi aproveitado no time principal e índio permaneceu afastado.

No dia 4 de janeiro de 2013, o jogador acertou um novo empréstimo com o Madureira-RJ, para a disputa do Campeonato Carioca. Ao final do estadual, o atacante assinou com o Tiradentes-CE, para a disputa da série D do Brasileirão e mais uma vez não durou muito tempo no time. Foi contratado pelo Potiguar de Mossoró para a disputa da Copa do Nordeste e o campeonato estadual, mas também não foi aproveitado.

Em 2014, Índio retornou ao futebol da Bahia e assinou com o Vitória da Conquista para a disputa da reta final do Campeonato Baiano. No mesmo ano foi transferido para o futebol Português, onde atuou pelo Beira Mar, em 15 jogos e marcou cinco gols. No ano seguinte, outra vez estava no futebol brasileiro, mais uma vez para o futebol baiano, onde chegou a jogar pelo Ypiranga, na disputa da segunda divisão do estadual e, no mesmo ano, pela Jacuipense, pelo qual disputou a primeira divisão do Baianão.

Os últimos clubes por onde Índio passou foram o Alto Santo, do Ceará e o Real Ariquemes, de Rondônia.
No ano passado, aos 37 anos, disputou, o campeonato intermunicipal, pela Seleção de Itapetinga e atualmente está sem clube.

 

*Colaborou GUMA GUEDES, repórter da Rádio Andaiá FM 97.1. Todas as noites ele apresenta o noticiário do Vitória no Programa Agito Esportivo, das 19h às 21h, com o comando de Ivo Ferraz.*

 

Foto: Reprodução

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