Lista Ingrata: veja os técnicos que já caíram para a Série B

  • 5 de dezembro de 2018
  • Mário Freitas
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A ciranda dos treinadores é algo inerente à cultura do futebol brasileiro. Essa situação sem controle faz com que um time tenha vários comandantes numa mesma edição de Campeonato Brasileiro, ainda mais quando a campanha não é das melhores. Isso culmina numa provável divisão de responsabilidade quando um time é rebaixado. Consequentemente, a mancha de uma queda se espalha para o currículo de mais treinadores. E a queda é democrática: mesmo nomes consagrados já tiveram participação em campanhas desastrosas. Campeão brasileiro pelo Palmeiras neste ano, Felipão comandou o Verdão em 24 partidas no Brasileirão de 2012. O clube caiu e tem essa mancha em sua trajetória pelo clube. Atual técnico da Seleção, Tite não foi capaz de evitar o descenso do Atlético-MG em 2005, quando treinou o time em 17 jogos daquele Brasileirão.

 

Em 2018, Adilson Batista teve mais um capítulo negativo de sua trajetória como técnico. Foram 19 jogos à frente do América-MG, que terminou na 18ª colocação e não evitou o descenso. É a sexta vez (por seis clubes diferentes) que Adílson tem participação em uma campanha de um time que caiu para a Série B. Um recorde – empatado com Hélio dos Anjos – na pesquisa feita sobre todos os técnicos que trabalharam em equipes rebaixadas para a segunda divisão na era dos pontos corridos.

 

Como não há limite de jogos que impeça que um treinador trabalhe em mais de um clube na mesma edição do Brasileirão, algumas aberrações acontecem durante a disputa da principal competição do país. Claudinei Oliveira é protagonista de uma delas. O técnico comandou três equipes neste ano, sendo que duas delas foram rebaixadas: Sport e Paraná. No entanto, a Chapecoense, clube pelo qual finalizou o campeonato, conseguiu se manter na Série A. Apesar da manutenção da Chape, Claudinei adquiriu duas manchinhas para o seu currículo, que já tinha a queda do Avaí para a B no ano passado.

 

 

  • PAI E FILHO NO MESMO BARCO

 

Além de Adílson, outros integrantes do clã Baptista (com um "p" adicionado ao meio do sobrenome) também ficaram marcados por participar da campanha de um clube rebaixado. Nelsinho e Eduardo, pai e filho, que tiveram conquistas importantes pelo Sport, treinaram o time pernambucano durante o Brasileirão e entram na ingrata relação.

 

Foi a quarta aparição em campanhas de clubes rebaixados de Nelsinho, incluindo a pelo Corinthians em 2007 e pelo próprio Sport em 2009. Time pelo qual foi campeão brasileiro em 1990. Eduardo caiu pelo segundo ano seguido. No ano passado, treinou a Ponte Preta em 14 partidas da campanha.

 

Quem finalizou a campanha do Sport na Série A e por pouco não conseguiu o milagre de salvar a equipe foi Milton Mendes. Foram cinco vitórias e três empates em 12 partidas. Rendimento insuficiente para evitar a queda. É o segundo rebaixamento para a Série B da carreira do técnico. Em 2016, participou de 19 partidas na campanha do grande rival do Sport. O Santa Cruz acabou como penúltimo colocado daquela edição.

 

Dos técnicos mais badalados, vários têm ao menos alguma responsabilidade em campanhas de queda para a Série B. Cuca e Renato Gaúcho estão ligados a dois rebaixamentos cada. Nomes como Celso Roth, Dorival Júnior, Joel Santana, Oswaldo de Oliveira e Paulo Autuori também integram a temida listagem 

 

 

Veja a lista dos técnicos rebaixados na era dos pontos corridos e em quais clubes estavam:

 

 

6 REBAIXAMENTOS

 

 – Adilson Batista
(19 jogos) – América-MG 2018
(10 jogos) – Joinville 2015
(7 jogos) – Vasco 2013
(2 jogos) – Atlético-GO 2012
(6 jogos) – Atlético-PR 2011
(8 jogos) – Grêmio 2004

 

 – Hélio dos Anjos
(8 jogos) – Goiás 2015
(6 jogos) – Atlético-GO 2012
(7 jogos) – Figueirense 2012
(13 jogos) – Fortaleza 2006
(6 jogos) – São Caetano 2006
(8 jogos) – Vitória 2004

 

 

5 REBAIXAMENTOS

 

 – Antônio Lopes
(4 jogos) – América-MG 2011
(18 jogos) – Atlético-PR 2011
(10 jogos) – Vitória 2010
(18 jogos) – Vasco 2008
(2 jogos) – Coritiba 2005

 

 – Gilson Kleina
(24 jogos) – Ponte Preta 2017
(34 jogos) – Avaí 2015
(13 jogos) – Palmeiras 2012
(9 jogos) – Paraná 2007
(16 jogos) – Paysandu 2005

 

 – Lori Sandri
(8 jogos) – América-RN 2007
(9 jogos) – Paraná 2007
(7 jogos) – Atlético-MG 2005
(18 jogos) – Criciúma 2004
(8 jogos) – Guarani 2004

 

 – Toninho Cecílio
(4 jogos) – Criciúma 2014
(16 jogos) – Avaí 2011
(13 jogos) – Prudente 2010
(7 jogos) – Vitória 2010
(1 jogo) – Fortaleza 2006

 

 – Vagner Mancini
(16 jogos) – Vitória 2018
(38 jogos) – Botafogo 2014
(15 jogos) – Sport 2012
(23 jogos) – Ceará 2011
(38 jogos) – Guarani 2010

 

 

4 REBAIXAMENTOS

 

 – Márcio Bittencourt
(5 jogos) – Náutico 2009
(10 jogos) – Ipatinga 2008
(9 jogos) – Fortaleza 2006
(9 jogos) – Brasiliense 2005

 

 – Nelsinho Baptista
(2 jogos) – Sport 2018
(4 jogos) – Sport 2009
(11 jogos) – Corinthians 2007
(9 jogos) – São Caetano 2006

 

 

3 REBAIXAMENTOS

 

 – Alexandre Gallo
(13 jogos) – Avaí 2011
(8 jogos) – Santo André 2009
(2 jogos) – Figueirense 2008

 

 – Argel Fucks
(14 jogos) – Internacional 2016
(6 jogos) – Figueirense 2016
(10 jogos) – Figueirense 2012

 

 – Artur Neto
(3 jogos) – Goiás 2015
(10 jogos) – Atlético-GO 2012
(4 jogos) – Goiás 2010

 

 – Carpegiani
(14 jogos) – Vitória 2018 
(11 jogos) – Ponte Preta 2013
(24 jogos) – Corinthians 2007

 

 – Claudinei Oliveira
(11 jogos) – Paraná 2018
(16 jogos) – Sport 2018 
(38 jogos) – Avaí 2017

 

 – Doriva
(10 jogos) – Atlético-GO 2017
(12 jogos) – Santa Cruz 2016
(8 jogos) – Vasco 2015

 

 – Emerson Leão
(16 jogos) – Goiás 2010
(10 jogos) – Sport 2009
(7 jogos) – São Caetano 2006

 

 – Enderson Moreira
(12 jogos) – América-MG 2018
(23 jogos) – América-MG 2016 
(7 jogos) – Ipatinga 2008

 

 – Givanildo Oliveira
(5 jogos) – América-MG 2018
(5 jogos) – América-MG 2016
(24 jogos) – América-MG 2011

 – Jorginho Amorim
(19 jogos) – Vasco 2015
(22 jogos) – Ponte Preta 2013
(17 jogos) – Goiás 2010

 

 – PC Gusmão
(23 jogos) – Joinville 2015
(18 jogos) – Figueirense 2008
(4 jogos) – São Caetano 2006

 

 – Valdir Espinosa
(9 jogos) – Portuguesa 2008
(7 jogos) – Santa Cruz 2006
(8 jogos) – Brasiliense 2005

 

 

2 REBAIXAMENTOS

 

 – Agnaldo Liz 
(7 jogos) – Guarani 2004
(11 jogos) – Vitória 2004

 

 – Celso Roth
(16 jogos) – Internacional 2016
(11 jogos) – Vasco 2015

 

 – Cláudio Duarte
(5 jogos) – Juventude 2007
(8 jogos) – Grêmio 2004

 

 – Cuca
(28 jogos) – Coritiba 2005
(9 jogos) – Grêmio 2004

 

 – Dorival Júnior
(25 jogos) – Vasco 2013
(9 jogos) – São Caetano 2006

 

 – Eduardo Baptista
(8 jogos) – Sport 2018
(14 jogos) – Ponte Preta 2017

 

 – Estevam Soares
(8 jogos) – Ceará 2011
(16 jogos) – Portuguesa 2008

 

 – Evaristo de Macedo
(13 jogos) – Vitória 2004
(19 jogos) – Bahia 2003

 

 – Giba
(6 jogos) – Ipatinga 2008
(4 jogos) – Santa Cruz 2006

 

 – Guto Ferreira
(4 jogos) – Ponte Preta 2013
(29 jogos) – Portuguesa 2013

 

 – Joel Santana
(25 jogos) – Brasiliense 2005
(5 jogos) – Guarani 2004

 

 – Levi Gomes
(7 jogos) – Náutico 2013
(7 jogos) – Sport 2009

 

 – Márcio Araújo
(7 jogos) – Coritiba 2005
(20 jogos) – Fortaleza 2003

 

 – Marco Aurélio
(21 jogos) – Ponte Preta 2006
(18 jogos) – Atlético-MG 2005

 

 – Milton Mendes
(12 jogos) – Sport 2018
(19 jogos) – Santa Cruz 2016

 

 – Pintado
(3 jogos) – Figueirense 2008
(10 jogos) – Paraná 2007

 

 – Renato Gaúcho
(12 jogos) – Atlético-PR 2011
(13 jogos) – Vasco 2008

 

 – Ricardo Drubscky
(2 jogos) – América-MG 2018
(15 jogos) – Ipatinga 2008

 

 – Sérgio Guedes
(10 jogos) – Sport 2012
(14 jogos) – Santo André 2009

 

 – Silas
(3 jogos) – Náutico 2013
(3 jogos) – Avaí 2011

 

 – Vagner Benazzi
(13 jogos) – Portuguesa 2008
(28 jogos) – Criciúma 2004

 

 – Waldemar Lemos
(10 jogos) – Sport 2012
(5 jogos) – Náutico 2009

 

 – Zetti
(2 jogos) – Paraná 2007
(12 jogos) – Guarani 2004

 

 

1 REBAIXAMENTO

 

 – Abel Ribeiro (3 jogos) – Figueirense 2012
 – Adriano Teixeira (7 jogos) – Figueirense 2016
 – Antônio Carlos Zago (6 jogos) – Prudente 2010
 – Augusto César (4 jogos) – Goiás 2015
 – Beto Almeida (19 jogos) – Juventude 2007
 – Bobô (5 jogos) – Bahia 2003
 – Caio Júnior (2 jogos) – Criciúma 2014
 – Carlos Alberto Torres (12 jogos) – Paysandu 2005
 – Cláudio Marques (2 jogos) – Coritiba 2005
 – Cláudio Prates (1 jogo) – América-MG 2016
 – Dado Cavalcanti (9 jogos) – Paraná 2018
 – Daniel Frasson (2 jogos) – Fortaleza 2006
 – Danny Sérgio (7 jogos) – Goiás 2015
 – Dimas Filgueiras (7 jogos) – Ceará 2011
 – Dino Camargo (3 jogos) – São Caetano 2006
 – Edinho (7 jogos) – Bahia 2003
 – Edson Borges (1 jogo) – Coritiba 2009
 – Edson Neguinho (6 jogos) – Avaí 2011
 – Edson Pimenta (9 jogos) – Portuguesa 2013
 – Ernesto Guedes (2 jogos) – Santa Cruz 2006
 – Fábio Giuntini (11 jogos) – Prudente 2010
 – Falcão (5 jogos) – Internacional 2016
 – Felipão (24 jogos) – Palmeiras 2012
 – Ferdinando Teixeira (12 jogos) – Fortaleza 2003
 – Fernando Gil (4 jogos) – Figueirense 2012
 – Fito Neves (14 jogos) – Santa Cruz 2006
 – Flávio Campos (12 jogos) – Juventude 2007
 – Geninho (28 jogos) – Náutico 2009
 – Guilherme Macuglia (5 jogos) – Figueirense 2008
 – Gustavo Bueno (3 jogos) – Sport 2012
 – Hemerson Maria (5 jogos) – Joinville 2015
 – Ivo Wortmann (1 jogo) – Juventude 2007
 – Jair Picerni (11 jogos) – Guarani 2004
 – Jairo Araújo (20 jogos) – Atlético-GO 2012
 – João Burse (8 jogos) – Vitória 2018
 – João Paulo Sanches (24 jogos) – Atlético-GO 2017
 – Jorginho (5 jogos) – Náutico 2013
 – José Luiz Plein (21 jogos) – Grêmio 2004
 – Julinho Camargo (14 jgos) – Goiás 2015
 – Leandro Niehues (2 jogos) – Atlético-PR 2011
 – Lino Fachini Júnior (1 jogo) – Guarani 2004
 – Lisca (3 jogos) – Internacional 2016
 – Lopes Júnior (3 jogos) – Coritiba 2005
 – Luizinho Vieira (3 jogos) – Criciúma 2014
 – Lula Pereira (13 jogos) – Bahia 2003
 – Luiz Carlos Cruz (14 jogos) – Fortaleza 2003
 – Marcelo Cabo (4 jogos) – Atlético-GO 2017
 – Marcelo Chamusca (2 jogos) – Bahia 2003
 – Marcelo Martellote (16 jogos) – Náutico 2013
 – Marcelo Oliveira (22 jogos) – Coritiba 2017
 – Marcelo Rospide (5 jogos) – Prudente 2010
 – Marcelo Veiga (14 jogos) – América-RN 2007
 – Márcio Barros (3 jogos) – Prudente 2010
 – Márcio Goiano (14 jogos) – Figueirense 2012
 – Marquinhos Santos (12 jogos) – Figueirense 2016
 – Mário Sérgio (10 jogos) – Figueirense 2008
 – Maurício Simões (11 jogos) – Santa Cruz 2006
 – Mauro Fernandes (9 jogos) – América-MG 2011
 – Milagres (1 jogo) – América-MG 2011
 – Narciso (1 jogo) – Palmeiras 2012
 – Ney Franco (19 jogos) – Coritiba 2009
 – Oswaldo de Oliveira (14 jogos) – Vitória 2004
 – Pachequinho (15 jogos) – Coritiba 2017
 – Paulo Autuori (6 jogos) – Vasco 2013
 – Paulo Campos (12 jogos) – Paysandu 2005
 – Paulo Moroni (16 jogos) – América-RN 2007
 – Péricles Chamusca (17 jogos) – Sport 2009
 – Raul Cabral (4 jogos) – Avaí 2015
 – Renato Morungaba (1 jogo) – Guarani 2004
 – Renê Simões (18 jogos) – Coritiba 2009
 – Ricardo Silva (21 jogos) – Vitória 2010
 – Roberval Davino (13 jogos) – Fortaleza 2006
 – Robson Gomes (1 jogo) – Coritiba 2017
 – Rogério Micale (18 jogos) – Paraná 2018
 – Sandro Gaúcho (1 jogo) – Santo André 2009
 – Saulo de Freitas (8 jogos) – Paraná 2007
 – Sérgio Soares (15 jogos) – Santo André 2009
 – Sérgio Vieira (9 jogos) – América-MG 2016
 – Sinomar Neves (2 jogos) – Paysandu 2005
 – Tita (7 jogos) – Vasco 2008
 – Tite (17 jogos) – Atlético-MG 2005
 – Tuca Guimarães (6 jogos) – Figueirense 2016
 – Vadão (8 jogos) – Ponte Preta 2006
 – Valteir Gomes Franco (1 jogo) – Juventude 2007
 – Vinícius Eutrópio (14 jogos) – Figueirense 2016
 – Wagner Lopes (15 jogos) – Criciúma 2014
 – Wanderley Filho (2 jogos) – Goiás 2015
 – Wanderley Paiva (9 jogos) – Ponte Preta 2006
 – Wilson Vaterkemper (1 jogo) – Criciúma 2014
 – Wladimir Araújo (1 jogo) – Goiás 2010
 – Zé Augusto (3 jogos) – Corinthians 2007
 – Zé Sérgio (1 jogo) – Ponte Preta 2013
 – Zé Teodoro (7 jogos) – Náutico 2013

 

 

Fonte: Futpédia.com
Obs: A pesquisa não pontua quem teve culpa ou não no rebaixamento. Ela se limita a apontar quem treinou ao menos uma vez os times que foram rebaixados.

 

Reprodução e foto – site: globoesporte.com

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