Ministra e entidades cobram da FIFA por atos racistas em amistoso

  • 28 de março de 2018
  • Mário Freitas
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Devido a manifestações racistas, por parte da torcida russa, no amistoso com a França, na terça-feira, entidades que combatem o racismo e uma ministra francesa cobraram uma posição da FIFA nesta quarta-feira. Torcedores teriam ofendido jogadores negros da seleção rival, a exemplo do meia Paul Pogba, durante a partida vencida pelos franceses por 3 a 1, em São Petersburgo.

 

De acordo com a agência de notícias Associated Press, na arquibancada, podiam ser ouvidos, claramente, gritos que imitavam macacos, sempre que um jogador negro francês tocava na bola.

 

"Há o suficiente para que a FIFA inicie os procedimentos [de investigação]", afirmou Piara Powar, presidente do grupo Fare Network, que luta contra a discriminação. A entidade costuma ajudar a Fifa na investigação de casos de racismo no futebol. "Se os fotógrafos em campo conseguiram ouvir as manifestações racistas, deve haver algum segurança ou oficial do jogo que também ouviu."

 

Para Powar, a eventual falta de ação da Fifa causa preocupação às vésperas da Copa do Mundo. "Se no fim de março, este pessoal não sabe o que fazer [nestes casos] e não abre procedimentos investigativos e protocolos que já existem, isso não traz boa expectativa para a Copa do Mundo", declarou.

 

O fato também gerou uma resposta da ministra do Esporte da França. Nas redes sociais, Laura Flessel cobrou ação da Fifa. "O racismo não pode ter espaço no campo de futebol. Devemos agir juntos, em nível europeu e internacionalmente, par interromper este comportamento intolerável", afirmou a francesa.

 

 

Foto: Dean Mouhtaropoulos/Getty Images Europe

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