Charles Hembert avalia reação do Bahia contra o Santos

O Bahia viveu mais uma noite que resume bem o momento do time: começou mal, correu atrás e evitou o pior, mas deixou claro que ainda falta algo para engrenar de vez. Após o empate por 2 a 2 com o Santos, o auxiliar Charles Hembert foi direto ao ponto: o desempenho inicial preocupou, mas a reação mostrou que há um caminho”, ressaltou.

“Um jogo difícil, o adversário marcou mano a mano de maneira extremamente forte. Isso para qualquer time é difícil de sair jogando. A gente tinha superioridade numérica com homens de trás, tentou fazer movimentação para não expor o Gabriel com os quatro homens do quadrado por dentro. A gente conseguiu começar bem, criou boas situações. Restante do primeiro tempo a gente se complicou, linhas espaçadas, contra-ataques, dois pênaltis, o segundo, de costas, com o braço sem ver. Aí tem que valorizar essa reação no segundo tempo, conquistar esse ponto e estar no G-5. Isso e valorizar a reação”, disse o auxiliar.

Um dos pontos que mais chamou atenção foi a ausência de Everton Ribeiro entre os titulares. A decisão, segundo Hembert, foi estratégica. A ideia era ter o meia mais inteiro para mudar o jogo no segundo tempo. Quando entrou, Everton deu mais organização, melhorou a circulação da bola e ajudou a empurrar o time para frente.

“Terceiro jogo em seis dias do Everton, a gente tinha recebido da fisiologia que ele tinha uma fadiga na coxa, estaria liberado para 30, 40 minutos. Preferiu ir pela via mais saudável de não começar com ele. Por isso entrou após o intervalo”, revelou.

Com o resultado, o Bahia chegou ao terceiro jogo sem vencer e pode perder a posição no G-5 ao longo da rodada.

O Tricolor volta a campo no próximo domingo, quando enfrenta o São Paulo, às 16h (de Brasília), no Cícero de Souza Marques, pela 14ª rodada do Brasileirão.

Foto Letícia Martins Bahia

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