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Cruzeiro entra na justiça e pede retomada de contrato com Fred

O Cruzeiro entrou com uma contestação na 1ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, requisitando a retomada do contrato desportivo com o atacante Fred e a queda da medida cautelar que o liberou para acertar com o Fluminense. No documento anexado, o clube ainda requisitou que os ex-dirigentes, Wagner Pires de Sá (ex-presidente) e Itair Machado (ex-vice-presidente de futebol) sejam incluídos no processo como “polo passivo” e que tenham responsabilidade solidária na ação.

O Cruzeiro pede que a reclamação inicial de Fred seja declarada inepta e que o processo seja extinguido sem a resolução do mérito. No argumento do escritório de advocacia que defende a Raposa, o jogador apresenta pedidos “genéricos e sucintos” e “com clara ausência de pedir”, impedindo “o pleno exercício do direito do contraditório e do defesa do reclamado”.

O Cruzeiro pede também que o contrato de trabalho seja validado novamente até que a reclamação de Fred seja concluída na Justiça. Para isso, o clube afirma que o argumento usado por Fred (concessão de atestado liberatório de seu passe, para que possa transferir-se para outra entidade de prática desportiva de mesma modalidade, nacional ou internacional, bem assim, declarando rescindido seu contrato de trabalho com o requerido) não encontra vigência na atual legislação por dois motivos:

  • não mais existir a figura do “passe” e por não haver embasamento na atual legislação de pedido de outra agremiação para liberação de atleta.

O clube mineiro ainda pede que a cláusula 9.2 do contrato entre a Raposa e Fred seja anulada por “afronta à boa fé objetiva, sendo portanto inaplicável”. A cláusula trata da compensação em caso de rescisão, que está no valor de R$ 50 milhões e é pedida por Fred na ação. Informações: GE // Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro

 

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