Gigante Italiano volta com força financeira para resgatar titulos

O Milan deu a partida na temporada 2017/18 como há bons longos anos não fazia: investindo dezenas de milhões de euros em contratações. Foram oito até o momento.

 

A postura agressiva no mercado é só uma ponta do iceberg que é o projeto do novo Milan, um dos clubes mais vitoriosos de todos os tempos, mas que viveu os últimos anos sob a sombra do ostracismo.

 

Por trás dos planos audaciosos, está um aporte financeiro poderoso que vem da China. O clube rossonero foi vendido em abril deste ano e passou das mãos de Silvio Berlusconi para a do grupo Rossoneri Sport Investment Lux, da cidade de Shanghai (o preço foi R$ 2,5 bilhões por 99,93% das ações).

 

O novo presidente do Milan responde pelo nome de Li Yonghong. Sob nova direção, o objetivo é simples: transformar o time novamente numa potência europeia. Nem que para isso seja necessário escancarar os cofres.

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