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Handebol: brasileira e mais três são afastadas por doping

Uma notícia sobre doping em uma modalidade de esporte acabou passando batida por diversos orgãos de comunicação do mundo. Nada menos do que quatro atletas foram afastadas preventivamente das seleções nacionais de handebol, aproximadamente 20 dias antes da disputa do Campeonato Mundial feminino no Japão. A competição foi realizada no mês de novembro do ano passado. Duas jogadoras da Romênia, uma de Monte Negro e a brasileira Elaine Gomes.

A jogadora tem 28 anos, atua como pivô, e é do estado do Ceará e estava disputando a primeira temporada pelo Corona Brasov, clube da Romênia. E o clube se envolvendo num escândalo de doping. Todas as 16 jogadoras da equipe foram preventivamente suspensas em 19 de novembro de 2019. Todas as passaram por um tratamento, em uma clínica de Brasov, mas de acordo com regras mundiais antidopagem, a aplicação de laser intravenoso para melhor recuperação física, não é permitido.  O presidente e o médico do clube romeno garantiram que não sabiam que este tipo de terapia no sangue é considerada doping

Em 2019, a brasileira Elaine estava fazendo a sua primeira temporada no Corona Brasov. Em agosto, a cearense tinha conquistado a medalha de ouro do Pan de Lima jogando pela Seleção Brasileira, o que valeu uma vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Três meses depois, porém, o destino de Elaine, que já estava no Japão mudou. Ela foi afastada da Seleção Brasileira que disputaria o Mundial, competição que ela foi campeã em 2013. Agora, até novo julgamento, ele está proibida de fazer o que mais gosta: jogar handebol. Foto: Divulgação

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