O Cruzeiro ainda tenta resolver a situação do volante Éderson extrajudicialmente. Uma reunião estava prevista para esta terça-feira, na Toca da Raposa, mas questões de agenda por parte dos representantes do jogador impediram que o encontro fosse realizado. Nessa segunda, a Juíza Ana Luiza Fischer Teixeira de Souza negou o pedido do volante para que o processo corresse em segredo de Justiça.
Ela também já havia negado outro pedido do jogador: a rescisão contratual e unilateral com o Cruzeiro, semana passada. No pedido, Éderson apresentou, na defesa, uma carta de intenção do Bahia em contratar o atleta da Raposa. O Tricolor apresentou intenção de contratar Éderson por quatro anos e de maneira definitiva. Além disso, uma audiência de conciliação foi marcada para 10 de fevereiro.
A decisão da juíza ainda reforça que a janela de transferência do futebol só se encerra em 16 de abril e por isso não há urgência configurada no processo. Com vínculo de trabalho com o Cruzeiro até o fim de 2023, o volante não se apresentou para treinar na semana passada e, no mesmo dia, resolver acionar a Justiça para ter seus direitos trabalhistas preservados.
O documento enviado pelo Bahia está anexado no processo protocolado na Vara do Trabalho de Belo Horizonte e tem data do dia 6 de janeiro de 2020. O processo alega ainda que não conceder a rescisão a ele seria um “dano irreparável”, que tem contrato com o Cruzeiro até julho de 2023 e se destacou na última temporada. Procurado, o staff do jogador confirmou que há interesse do Bahia e de outros clubes.

Fotos: Bruno Haddad e Reprodução














