Após a derrota por 2 a 0 para o Juventude, o sexto jogo sem vitória que lhe assegurou a lanterna do Brasileirão por mais uma rodada, ainda no vestiário do Alfredo Jaconi, a diretoria do Grêmio desenhado um prazo ao técnico Tiago Nunes: o próximo domingo.
Na entrevista coletiva conjunta entre dirigentes e treinador, o vice de futebol Marcos Herrmann suscitou um “fato novo” para mudar o panorama de crise no clube. Por sua vez, o presidente Romildo Bolzan, último a falar, esclareceu que qualquer coisa diferente de uma vitória, no domingo, contra o Atlético-GO, deve resultar na saída de Tiago.
“Não tem mais espaço para derrota. Para vacilar. Para ficar esperando. Ou fazemos a mudança de uma atitude forte e ganhamos uma partida ou vamos começar de novo. Não tem como ser diferente”, disse Romildo Bolzan.
Em sua vez de falar, Tiago Nunes disse que tudo foi tratado às claras na reunião e não se vê “limitado” ao domingo.
“Ser demitido ou não ser não entra em pauta. Nunca me baseei nisso para minha trajetória, nunca fiz trabalho pensando em segurar emprego. Sempre em dar o meu melhor e ajudar as pessoas à minha volta potencializar o que têm de melhor. Não levo isso como perspectiva, a questão de trabalhar é o que mais importa. Se o emprego vai continuar ou não, é uma decisão que cabe exclusivamente à direção que me oportunizou estar aqui”, comentou o treinador.
O Grêmio chegou a seis jogos sem vitória e tem apenas dois pontos no Brasileiro em 18 disputados. É a pior campanha do clube na era dos pontos corridos. Assim, se mantém na lanterna da competição.
















