O pedido de prisão de Ricardo Teixeira na Espanha chegou oficialmente na quarta-feira à Procuradoria Geral da República (PGR).
O procurador responsável pelo caso, Carlos Bruno Ferreira da Silva, informou, através da assessoria do órgão, que pedirá formalmente os documentos do processo até esta sexta-feira.
Todos esses documentos deverão passar, antes de chegar à PGR, pelo Ministério da Justiça, e depois devem ser ainda encaminhados para o Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro – onde já foi inciada também uma ação relacionada ao "caso Fifa", investigado pelos americanos. Ou seja, o início do processo no Brasil é iminente, mas não imediato.
A situação de Teixeira é agravada pelo fato de também estar indiciado no processo dos Estados Unidos que levou à prisão seu sucessor, José Maria Marin, que será julgado em primeira instância em novembro. Se sair do país para algum país que tenha tratado de extradição com os EUA, poderá ser preso.
















