O Governo da Bolívia, através do seu Departamento de Obras Públicas e Serviços, não aceitou as alegações da Bisa Seguros e Resseguros S/A, empresa seguradora da La Mia, para invalidar o contrato entre as empresas, na época do acidente. A Bisa chegou a oferecer cerca de 200 mil dólares, para as famílias das vítimas, do avião que levava a delegação da Chapecoense para Medellin, porém as partes não chegaram a um acordo.
Na oportunidade, a Bisa apresentou uma série de infrações cometidas pela empresa aérea, para descaracterizar o cumprimento do contrato, com as cláusulas seguintes : proibição de voos para Peru e Colombia, por conta de organizações criminosas, Farc e Sandero Luminosa; atraso no pagamento do prêmio do seguro; negligência; agravamento do risco por transportar uma equipe de futebol; prática de atos ilegais. Em um comunicado, o Governo declarou que não havia qualquer irregularidade no contrato entre a Bisa e a La Mia.
O valor estabelecido na apólice ( cerca de 25 milhões de dólares ), será dividido entre os sobreviventes e as famílias dos mortos, de acordo com a expectativa de vida de cada um. Desta forma, um familiar de uma vítima mais nova terá direito a receber uma quantia maior que uma mais velha. As famílias ainda podem constestar os valores que serão pagos pela seguradora.












