DNA de vencedor, basta olhar para o retrovisor

  • 5 de agosto de 2020
  • Redação Em Cima do Lance
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Quem é o campeão dos campeões? Esta é uma pergunta muito fácil de responder e que remete imediatamente a composição do sambista baiano, de Feira de Santana, Zé Pretinho da Bahia. E eu aposto que você torcedor, principalmente o do Bahia, respondeu cantando.

Mas a resposta é óbvia, porém sem o mesmo brilho de outrora.

Em 2013, o Bahia iniciou seu processo de democratização. Bom para o clube, bom para o torcedor. O clube se tornara oficialmente o “clube do povo”, expressão também inserida na composição de Zé Pretinho. E você completou cantando “domingo estaremos aqui de novo”, que eu sei.

Doces lembranças…

A partir deste momento histórico, palavras de efeito se tornariam jargões daqueles que vieram a assumir o poder e, de um jeito de outro, viraram blindagem para momentos de insucessos (que não são poucos).

Reestruturação, retrovisor, era das trevas são algumas delas… Hoje, escutamos a tão badalada hierarquia. Mas como seria bom ouvir, título, campeão, reforços… Seria muito bom! Aliás, você torcedor Tricolor raiz, deve se lembrar do “DNA de Campeão”, e até mesmo, do “Ninguém nos vence em Vibração”, de Adroaldo Ribeiro Costa.

Não quero e nem vou politizar o assunto. Quem assume o gigante Bahia de Marito, Vicente, Alencar, Léo, Osni, Douglas, Roberto Rebouças, Beijoca, Sapatão, Baiaco, Bobô, Zé Carlos, Charles, Paulo Rodrigues, Luís Henrique, Lima, Preto, Marcelo Ramos, Nonato, entre outros, E DO POVO, tem que ir avante com o Esquadrão. O futebol é dentro de campo. Tem que olhar para o retrovisor para ver o DNA de campeão! O sangue azul, vermelho e branco espumando para carregar uma nova taça. Aquela camisa, agora com duas estrelas (olhem para o retrovisor novamente), o adversário respeitava e tremia.

Hoje não. Muita embalagem, muita blindagem. O Bahia tem sócio, mas o dono do Bahia é o povo. Aquele torcedor de radinho de pilha, que podemos chamá-lo de raiz, que ama o clube tanto quanto aquele que paga a mensalidade e está vivendo as mesmas decepções.

O Bahia resgatou prestígio, visibilidade e respeito, fora de campo. Não tenho dúvida disso. Mas lá dentro, falta DNA de vencedor e liderança. Falta no Esporte Clube Bahia, aquele profissional para gerir o resultado, aquele que entenda a paixão do torcedor, um grupo que não admita perder título para Sampaio Corrêa e virar freguês do Ceará. Alguém que não ache normal ser eliminado por um tal de River/PI.  Como diz um grande amigo meu: “Respeitar uma ‘zorra’, quem manda em meu terreiro sou eu!”.

Pra não dizer que pode ter uma taça nesta temporada, o baianinho está por vir… “Êta Bahêa porreta!”

Por Flávio Gomes

Jornalista Esportivo e colaborador do site Em cima do lance, do Jornal Tribuna da Bahia e do site Muita Informação

 

 

Foto: Flog do Bahia

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