Faltando apenas cinco meses para o Congresso eletivo da Fifa, a Uefa e o seu presidente, Aleksander Ceferin, ainda não conseguiram encontrar um candidato para enfrentar o atual presidente, o contestado Gianni Infantino.
Embora enfraquecido e pressinado, especialmente no âmbitoda Uefa, por enquanto, o dirigente ítalo-suíço é o favorito a permanecer no cargo.
A crise desencadeada por Infantino logo após a Copa do Mundo — com seu projeto frustrado de criar uma sociedade comercial aberta a investidores privados, denominada Fifa Forward Enterprise (FFE) — convenceu a Uefa de que havia chegado o momento de tentar acabar com o reinado do ítalo-suíço, iniciado em 2016.
No entanto, há um problema: onde encontrar a pessoa ideal para reunir apoio suficiente de uma oposição crescente e assim destituir aquele a quem Ceferin chamou de “imperador”, em 29 de setembro, durante a Assembleia Geral da Associação de Clubes Europeus.
Apesar das negociações de bastidores e da frente unida formada pelas confederações europeia (Uefa), norte-americana, centro-americana e do Caribe (Concacaf) e asiática (AFC), essas iniciativas ainda não deram resultado.
E o tempo urge, já que o prazo final para a apresentação de candidaturas é 18 de novembro.










