A final da Copa do Mundo, que consagra neste domingo (19) o encerramento da maior edição da história do futebol traz consigo uma operação de segurança sem precedentes, exigindo um planejamento milimétrico e paciência de quem vai acompanhar a partida, com a confirmação da presença do presidente Donald.
Diante da confirmada presença do presidente dos Estados Unidos, além de uma extensa comitiva de chefes de Estado, autoridades internacionais e celebridades, as diretrizes de acesso ao perímetro do estádio foram drasticamente endurecidas provocando filas quilométricas e o caos para entrar no estádio.
Quem planejou chegar cedo para evitar aglomerações esbarrou em um verdadeiro “bloqueio humano”.
Filas monumentais estenderam o tempo de espera por cerca de três horas, sob um protocolo de segurança jamais visto na história do torneio.
A abertura dos portões, inicialmente prevista para transcorrer de forma fluida, só começou a dar vazão ao fluxo por volta das 11h.
O motivo do funil? Uma operação conjunta de escala inédita que mobilizou agentes do Serviço Secreto Americano e da TSA (Administração de Segurança no Transporte).
Se em finais anteriores a triagem rigorosa focava majoritariamente nos torcedores, desta vez ninguém ficou de fora do pente-fino: profissionais de imprensa (jornalistas e técnicos); voluntários da FIFA; membros e elenco do Halftime Show e trabalhadores do evento, todos foram tratados igualmente.
A demora para conseguir entrar no estádio chega a mais de duas horas.
( Foto divulgação instagram Fifa)














