Em sua segunda Copa do Mundo no comando da seleção brasileira, o técnico Tite decidiu repetir a estratégia adotada na Rússia e não incluiu um psicólogo na delegação que viajará ao Catar.
A última vez que o Brasil teve um profissional especializado no cuidado com a saúde mental foi no Mundial de 2014, em que a psicóloga Regina Brandão integrou a comissão do técnico Felipão.
No entendimento do técnico Tite, a presença de um psicólogo na comissão surtiria pouco efeito na Copa, uma vez que o tempo para criar vínculos de confiança entre os atletas e esse profissional é escasso. Vale lembrar que dessa vez a preparação da Seleção será mais curta do que em outros mundiais, com apenas nove dias de treinamentos.
















